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	<description>Centro de Música e Inclusão para Jovens</description>
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		<title>Musicalização com percussão</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 12:31:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Começa em julho no CMIJ as oficinas de musicalização para crianças e jovens de 6 a 17 anos. A finalidade desse trabalho é possibilitar à criança e ao adolescente a introdução no mundo da arte a partir de um resgate cultural, utilizando a música como instrumento.
Musicalização é entendida como um processo inicial de desenvolvimento e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começa em julho no CMIJ as oficinas de musicalização para crianças e jovens de 6 a 17 anos. A finalidade desse trabalho é possibilitar à criança e ao adolescente a introdução no mundo da arte a partir de um resgate cultural, utilizando a música como instrumento.</p>
<p>Musicalização é entendida como um processo inicial de desenvolvimento e conhecimento na área de Música. O contato intuitivo e espontâneo com a expressão musical desde os primeiros anos de vida é importante ponto de partida para o processo de musicalização. A música é uma linguagem e uma forma de conhecimento.</p>
<p>Ao desenvolver atividades específicas de percussão, para este trabalho se tornar de fato uma construção coletiva sólida, é necessário levar em conta o processo de participação e de educação popular, cujos objetivos são:</p>
<p>- Desenvolver a consciência critica através do resgate da cultura afro-brasileira contribuindo para  formação da criança e do adolescente, possibilitando uma nova perspectiva de futuro.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>- Propiciar através da Música a busca da sabedoria, possibilitar a formação de valores e emoções sadias, que servirão como instrumento para os jovens, e os seus desafios na conquista de seus direitos.</p>
<p>- Desenvolver a consciência crítica das crianças e adolescentes.</p>
<p>- Formar grupos de percussionistas</p>
<p>- Estimular a criatividade e autonomia</p>
<p>- Possibilitar o conhecimento e manuseio de instrumentos de percussão e sua função tanto na teoria como na prática.</p>
<p>- Conscientização e aprimoramento do potencial perceptivo, imaginativo e criativo.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-487" href="http://www.dynamiteinfo.com.br/cmij.org.br/?attachment_id=487"><img class="alignnone size-medium wp-image-487" title="dani" src="http://www.dynamiteinfo.com.br/cmij.org.br/wp-content/uploads/2010/06/dani-200x300.jpg" alt="dani" width="200" height="300" /></a></p>
<p><strong>As oficinas serão ministradas pela percussionista e arte-educadora Daniela Santos, que a</strong><strong>tua na banda e bloco Afro<em> Ilú Obá de Min – Educação, Cultura e Arte Negra,</em> desde 2004 em shows e apresentações. Atualmente é coordenadora do naipe Djembê.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Realizou estágio como arte-educadora na Associação Arte Despertar, de Dezembro de 2007 a Julho de 2008; na Produtora Cristal Liquida Áudio e Iluminação Profissional Ltda. como assistente de técnico de áudio, e de agosto de 2007 a Janeiro de 2008; como assistente de produção musical no Projeto <em>Mulheres do Hip Hop Cantam a Realidade</em>, no ano 2008;</strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Participou ainda como percussionista da gravação do CD <em>História e Ritmo</em> em Paraisópolis, no ano de 2006; realizou produção musical no CD do grupo <em>Afro-Mix</em>, em Outubro de 2008; e ministrou oficinas de percussão na Associação Santos, de 2008 a 2009.</strong></p>
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		<title>Venha aprender a compor no CMIJ</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 14:09:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O professor William Raphael vai comandar em julho a sua Oficina de Composição chamada Letra &#38; Música às quartas e quintas-feiras, das 18:30 às 20:30 hs. Quando se fala de letra e música, automaticamente nos lembramos do formato de composição mais popularizado, a canção. Quem nunca usou a expressão &#8220;a música que diz assim&#8230;&#8221; ? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O professor William Raphael vai comandar em julho a sua Oficina de Composição chamada <strong><em>Letra &amp; Música</em></strong> às quartas e quintas-feiras, das 18:30 às 20:30 hs. Quando se fala de letra e música, automaticamente nos lembramos do formato de composição mais popularizado, a canção. Quem nunca usou a expressão &#8220;<em>a música que diz assim&#8230;&#8221;</em> ? Na verdade, a música não diz nada, e sim a letra da música.</p>
<p>É baseado nesse ponto que a oficina se desenvolve, a partir da análise e interpretação de letras de canções populares em português desde meados da década de 80. Um dos objetivos é preencher uma lacuna comum aos estudantes de instrumentos, que na maioria das vezes se dão bem com melodias e harmonias, mas sentem dificuldades na elaboração das letras.</p>
<p>Os participantes serão levados a compreender os processos de criação, partindo de uma ideia inicial sobre o que dizer (objeto do discurso), passando pelo como dizer (análise da forma) e chegando aos sentidos explícitos e implícitos da interpretação de conteúdo. Ou seja, uma viagem guiada pela estrutura da canção.</p>
<p>William usa o método de <a href="http://www.jazzbossa.com/teoria/aulas/12.compasso.html">teoria musical de Ricci Adams</a>, no qual a percepção de ritmo das frases melódicas é apresentada como fundamental para a concepção de música. Os alunos farão interelações com a teoria do texto, a partir de experiências práticas e divertidas, usando ainda conceitos de Hugo Friedrich e Anatol Rosefeld.</p>
<p>Usando também referências de Benveniste e Marcuschi, os participantes vão colocar a mão na massa independentemente da teoria. A oficina coloca foco na produção do texto da letra, em 10 encontros, finalizando com a composição de uma letra, que poderá estar relacionada a uma melodia original, ou pelo menos conter elementos musicais, para os que conhecem menos os parâmetros musicais.</p>
<p>Nas 7 primeiras aulas haverá o contato, análise e interpretação de canções populares. O material de análise parte de um conteúdo programado, mas se abre a sugestões dos participantes. Nas 3 últimas aulas ocorre uma participação maior do professor, para a confecção do material de conclusão, ou seja, a composição da canção em si.</p>
<p>No final das oficinas os participantes estarão aptos para fazer uma apresentação, ao vivo ou em gravação nas instalações do CMIJ, com músicos convidados, arranjos dirigidos e outras participações organizadas pela coordenação pedagógica. Orientações para o registro dos direitos autorais e conexos também estão previstos.</p>
<p>Os participantes receberão as letras de canções em folhas que deverão ser reunidas em pastas, contendo ainda as anotações e intervenções realizadas. Serão também usados o violão, teclado e reproduções de áudio, em uma metodologia moderna e prática, priorizando os resultados e não se limitando à teoria.</p>
<p><strong><em>William Raphael</em></strong> é graduando da FFLCH &#8211; Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. Já realizou oficinas para a Associação Cultural Dynamite, em parceria com o CRD &#8211; Centro de Referência da Diversidade, nos projetos Som Diverso &#8211; musicalização e Coral da Diversidade.</p>
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		<title>Orquestra de Violões sob a batuta do Prof. João Luiz Pereira dos Santos</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 14:20:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Começa nesta sexta-feira de estréia da Copa do Mundo um novo curso no CMIJ, ministrado pelo professor João Luiz Pereira dos Santos, que vai formar uma Orquestra de Violões. A oficina Orquestra de Violões visa proporcionar ao aluno o estudo e a prática coletiva de música.
O trabalho tem como objetivos principais, integrar social e culturalmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-476" href="http://www.dynamiteinfo.com.br/cmij.org.br/?attachment_id=476"><img class="alignnone size-medium wp-image-476" title="joaoluiz" src="http://www.dynamiteinfo.com.br/cmij.org.br/wp-content/uploads/2010/06/joaoluiz-163x300.jpg" alt="joaoluiz" width="163" height="300" /></a></p>
<p>Começa nesta sexta-feira de estréia da Copa do Mundo um novo curso no CMIJ, ministrado pelo professor João Luiz Pereira dos Santos, que vai formar uma Orquestra de Violões. A oficina Orquestra de Violões visa proporcionar ao aluno o estudo e a prática coletiva de música.</p>
<p>O trabalho tem como objetivos principais, integrar social e culturalmente os participantes, fazer dos seus elementos bons ouvintes para todos os gêneros musicais, proporcionar a prática de conjunto e incentivo à pesquisa e ao estudo, e ampliar a qualidade musical dos  participantes.</p>
<p>O aluno terá contato com um curso de música amplo, com aulas práticas de instrumento, de teoria musical e de história da música de forma gratuita. Dentro da metodologia utilizada constam autores do violão e de outros instrumentos transcritos para o violão, obras de várias épocas e vários países, autores eruditos do violão, dinâmicas de aula coletiva, mediadas pelo professor, audições musicais do repertório erudito, popular e folclórico brasileiro e universal.</p>
<p>O conteúdo técnico será dirigido aos níveis iniciante, intermediário e avançado, incluindo tecnicas de mão direita e mão esquerda, postura, e leitura musical. As aulas serão realizadas uma vez por semana com duração de duas horas. Os participantes serão selecionados pela ordem de inscrição até o preenchimento das vagas, mediante os seguintes requisitos:</p>
<p>- Ter no mínimo 9 anos;<br />
- Estar disponível para os horários das aulas, dos ensaios e das apresentações.</p>
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		<title>ATENÇÃO PARA ENTREGA DE CERTIFICADOS !</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 14:15:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os alunos abaixo relacionados estão convocados para o recebimento do CERTIFICADO de participação, que estarão à disposição a partir do dia 14 de junho de 2010, na sede do CMIJ à Rua Treze de Maio 363, fone (11) 3104 5920, das 14 às 20 hs.
 
TECLADO:
 
Luiz Antonio Soares Rodrigues Filho
Rafaela de Melo Silva
Renata de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Os alunos abaixo relacionados estão convocados para o recebimento do CERTIFICADO de participação, que estarão à disposição a partir do dia 14 de junho de 2010, na sede do CMIJ à Rua Treze de Maio 363, fone (11) 3104 5920, das 14 às 20 hs.</em></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">TECLADO:</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p>Luiz Antonio Soares Rodrigues Filho</p>
<p>Rafaela de Melo Silva</p>
<p>Renata de Melo Silva</p>
<p>Thabata A. de Toledo Moraes Pereira</p>
<p>Jonathas de Jesus Santos</p>
<p>Cleberson do Nascimento Almeida</p>
<p>Diego Miranda Oliveira</p>
<p>Regiane de Souza Firmino</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">PRODUÇÃO MUSICAL:</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p>Paulo Rogerio da Silva Vicente</p>
<p>Michael Jadson</p>
<p>Kezia Wiezel Brasil</p>
<p>Rafael Leoncio</p>
<p>Pedro Elias Nunes Netto</p>
<p>Mauro Alexandre Amaujás Pessoa</p>
<p>Michele Krepschi</p>
<p>Marcos Vinicius B.S. Coelho</p>
<p>Philip Retzer</p>
<p>Felipe Yure P. Teixeira</p>
<p>Pedro Vinicius M. dos S. Moretto</p>
<p>Lucas Alexandre Retzer</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">VIOLÃO:</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p>Tarciso de Oliveira Giaretta</p>
<p>Felipe de Souza Santos</p>
<p>Braulino Rodrigues dos Santos Jr.</p>
<p>Beatriz Santana Alves</p>
<p>Alexandre Agrasso Pereyra Ferrari</p>
<p>Leandro Jaques dos Santos</p>
<p>Tainá Rezende</p>
<p>Fabiana Pereira dos Santos</p>
<p>Mirian Lino dos Santos</p>
<p>Guilherme Rodrigues Soares</p>
<p>Wagner de Souza Lima</p>
<p>Renata Guedes Della Betta</p>
<p>Beatriz Santana Alves</p>
<p>Maria Julia da Rocha Meira</p>
<p>Talita Vieira</p>
<p>Vitor de Almeida Dias</p>
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		</item>
		<item>
		<title>DJ Nando comanda a entrega de certificados aos DJs CMIJ</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 14:22:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
No próximo dia 5 de junho, serão entregues os certificados do curso de DJ para iniciantes do CMIJ. A partir das 15 hs o professor comandará os trabalhos, quem contam com o apoio da casa noturna A Lôca. É o CMIJ abrindo oportunidades de trabalho para os jovens.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-467" href="http://www.dynamiteinfo.com.br/cmij.org.br/?attachment_id=467"><img class="alignnone size-full wp-image-467" title="Fernando-disco11-300x225" src="http://www.dynamiteinfo.com.br/cmij.org.br/wp-content/uploads/2010/05/Fernando-disco11-300x225.jpg" alt="Fernando-disco11-300x225" width="300" height="225" /></a></p>
<p>No próximo dia 5 de junho, serão entregues os certificados do curso de DJ para iniciantes do CMIJ. A partir das 15 hs o professor comandará os trabalhos, quem contam com o apoio da casa noturna A Lôca. É o CMIJ abrindo oportunidades de trabalho para os jovens.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Dynamite: um novo Carbono 14 ?</title>
		<link>http://www.dynamiteinfo.com.br/cmij.org.br/?p=458</link>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 16:48:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<guid isPermaLink="false">http://www.dynamiteinfo.com.br/cmij.org.br/?p=458</guid>
		<description><![CDATA[A Associação Cultural Dynamite ocupa hoje um prédio legendário em Sampa. A revista Trip edição 188 conta a história:
Entre 1982 e 1987, a casa noturna Carbono 14 abrigou praticamente tudo que acontecia de novo e interessante em São Paulo. Juntou tribos diversas em clima familiar. Inspirou bandas, movimentos, parcerias. E ficou gravada a ferro na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://revistatrip.uol.com.br/revista/188/reportagens/os-carbonarios.html"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>A Associação Cultural Dynamite ocupa hoje um prédio legendário em Sampa. A revista Trip edição 188 conta a história:</strong></em></span></a></p>
<p><strong>Entre 1982 e 1987, a casa noturna Carbono 14 abrigou praticamente tudo que acontecia de novo e interessante em São Paulo. Juntou tribos diversas em clima familiar. Inspirou bandas, movimentos, parcerias. E ficou gravada a ferro na memória afetiva de uma geração</strong></p>
<p><strong>OS CARBONÁRIOS</strong></p>
<p>Nas matinês de heavy metal do Carbono 14, Castilhão deixava num canto da pista uma pilha de ripas de madeira. As ripas vinham da inacreditável marcenaria que o número 164 da rua 13 de Maio abrigava. Não, uma marcenaria em si não tem nada exatamente de inacreditável, mas é que o Carbono era, no início dos anos 80, o lugar mais moderno para dançar em São Paulo. E ver show. E assistir a vídeo. E ouvir ópera. E ver dança. E jogar fliperama. E conhecer gente.</p>
<p>A marcenaria, no segundo dos quatro andares do prédio na Bela Vista, ficava trancada de noite. Motivo mais do que suficiente para provocar todo tipo de especulação por parte dos frequentadores. O que de tão secreto poderia rolar ali naquela sala fechada? Porque, digamos, as cenas mais ou menos normais de sexo e drogas eram liberadas nas diversas salas e muitas escadas escuras do Carbono.</p>
<p>Talvez a marcenaria fosse simplesmente para aquilo mesmo, cortar as ripas de madeira que viravam guitarras imaginárias nas mãos de garotos de 12, 13 anos enquanto viam vídeos de bandas como Motorhead e Iron Maiden.</p>
<p>Ver música, aliás, era uma das coisas que mais se faziam naquele centro cultural pop e libertário. Isso mesmo: no início dos anos 80, era uma absoluta novidade poder assistir a shows e documentários em vídeo ou 16 mm sobre música. Ou ver cinema alternativo, underground. Ou ver animação adulta, de vanguarda. Ou filmes de surf.</p>
<p>“A sacada foi o vídeo. Àquela época, no Brasil, quem não tinha viajado para fora do país não tinha visto quase nada.” O nada a que Andrez Castilho F ilho se refere é tudo: de shows dos Rolling Stones a filmes de Andy Warhol. De videoclipes do pós-punk – Siouxsie, Bauhaus, Cure – a Bob Marley. Alguns clipes de bandas do mainstream rolavam na TV. Cinema tinha mais: o circuito de cineclubes era intenso e já havia a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, mas não chegavam os filmes mais pop, mais radicais.</p>
<p>&#8220;Muita gente teve sua primeira vez no Carbono 14, metaforicamente ou não&#8221;</p>
<p><strong>SUPERMERCADO DE CULTURA</strong><br />
Como tudo na história do Carbono 14, as memórias vêm numa espécie de névoa, iluminada aqui e ali por algum tipo de revelação. No “supermercado de cultura” da família Castilho muita gente teve sua primeira vez. Metaforicamente falando ou não.</p>
<p>Nas salas de vídeo ou na de 16 mm, o então radialista e vocalista de uma banda chamada <a href="http://www.myspace.com/verminose" target="_blank">Verminose</a> descobriu Sebastiane, a versão explicitamente gay da vida de São Sebastião feita pelo cineasta inglês Derek Jarman. (À frente de uma nova banda, o Magazine, esse mesmo radialista fincaria o primeiro p é paulistano na porta da new wave brasileira com o hit “Eu sou boy”). “O Castilhão e os filhos viajavam e traziam filmes desse lado mais maldito.”</p>
<p>Ali, no Carbono, um garoto de 14 anos assistiu a Urgh! A Musical War!, espécie de quem é quem do pós-punk inglês. (Depois, inventou um moicano daqueles sustentados por sabão e, como se dizia, à época, passou a “andar no visual” punk 24 horas por dia). “Eu assisti ao filme e pensei: ‘É isso que eu quero ser’.”</p>
<p>Um outro punk, então quase um veterano ali por 1983, 1984 (vinha da pioneira Restos de Nada e já estava à frente de sua segunda banda, <a href="http://www.myspace.com/inocentes" target="_blank">Inocentes</a>; além disso, era autor de “Pânico em SP”, faixa essencial da coletânea Grito suburbano), passava reto pelas salas de “filme de arte alemão chato pacas” e subia para os shows. Como os dois do Agentss, banda de new wave séria e efêmera, que levava uma montanha de sintetizadores para o palco. Ou os da Gang 90 &amp; Absurdettes, Júlio Barroso à frente e as lindas e moderníssimas Alice Pink Pank e Mae East de backing vocals.</p>
<p>Foi num show, o punk veterano não se lembra qual deles, que Marcelo Nova teve sua sobrevivência garantida por mais alguns anos: “Um daqueles punks treteiros pediu um gole de cerveja para a mulher do Marcelo. Ela deu, mas o punk não quis devolver o copo. O Marcelo resolveu engrossar; daí juntaram uns dez punks para bater nele. Sem pensar, eu disse que ele era meu amigo, mesmo sem nunca ter visto o cara antes. Os caras recuaram e a gente começou a trocar ideia”.</p>
<p>Apesar da atração estética pela transgressão e pelos lados mais escuros da existência, o Carbono era um lugar tranquilo. “Era o único lugar onde podia tudo, sem ninguém para perturbar. Não tinha um segurança e não me lembro de brigas ou encrencas”, lembra Miguel Barella, guitarrista do mesmo Agentss e, depois, dos Voluntários da Pátria (que também tocou lá).</p>
<p>(&#8230;) ali, no Carbono, valia tudo, desde que fosse interessante e tivesse qualquer indício de conter informação nova</p>
<p><strong>MEDO DO NOVO</strong><br />
Andrez Castilho, o Castilhão, não deixava a polícia entrar, quase como uma declaração de princípios de alguém que foi presidente do grêmio da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP nos anos 50 e chegou a ajudar organizações clandestinas de esquerda no imediato pós-68. Eram tempos ainda de confronto, apesar da distensão iniciada pelo processo de abertura política do regime militar. Havia resquícios de censura (<em>Je vous salue, Marie</em> ainda teria sua exibição proibida em 1985, por exemplo) e os comportamentos mais transgressores, os cabelos mais curtos e espetados, as roupas escuras eram olhados com desconfiança.</p>
<p>Mas ali, no Carbono, valia tudo, desde que fosse interessante e tivesse qualquer indício de conter informação nova. Era, na verdade, um empreendimento familiar. Foi concebido durante a temporada europeia da família – Andrez e Maria Helena Varoli, jornalista de moda, mudaram-se para a França em 1 976 com os filhos Andrez Filho, Renata e Theo. No fim dos anos 70, morando em Paris, desencantado com as possibilidades de transformação pela via política e convivendo com a intensidade e a diversidade da vida cultural na Europa, Andrez imagina fazer um centro cultural privado. No início, Rudá de Andrade, filho de Oswald de Andrade e Pagu, também participa das discussões. “Mas o Rudá queria fazer um outro MIS [<em>Museu da Imagem e do Som</em>] e meu pai tinha sacado que a história era fazer uma coisa mais jovem, mais pop”, lembra Andrez Filho.</p>
<p>Os filhos de Castilho, então com 20 e poucos anos (à época da inauguração, Andrezinho tinha 23, Renata, 22 e Theo, 20), depois de uma adolescência passada na Europa entre viagens meio aventureiras, cinematecas, museus e muita música pop, tinham acesso a essa informação nova e uma rede de amigos. Alguns também com passagens pela Europa, como os críticos Pepe Escobar e Fernando Naporano, que integravam a equipe renovada do caderno Ilustrada da <em>Folha de S.Paulo</em> e faziam barulho a cada evento do Carbono. Outros, ligados ao que estava acontecendo aqui no Brasil em todas as áreas da cultura, desde que contivessem algum tipo de reação ao clima dominante de hippismo tardio, nacionalismo populista de esquerda ou da lixaiada mais comercial.</p>
<p>“Eu cheguei ao Brasil com cabelo supercurto, roupas de brechó e vi aquele bando de bicho-grilo, com camisa xadrez e cabelo comprido. Foi um choque.” Renata, a filha do meio e única mulher, tinha vindo cuidar da programação visual dos folhetos, dos cartazes e da revista mensal que o Carbono editava. Por algum tempo, também cuidou de uma loja no térreo que vendia acessórios e onde as pessoas entravam para perguntar como fazer para, elas também, ficarem modernas. “As pessoas tinham um pouco de medo, mas muita curiosidade.”</p>
<p>Grupos como Ira!, Mercenárias, Smack, Nau, Cabine C e Violeta de Outono passaram por lá. Alguns volta e meia se reúnem e são redescobertos todo dia pela molecada</p>
<p>Para muita gente, a curiosidade vencia o medo e, nos cinco anos que durou, o Carbono acabou t ornando-se a força centrípeta para a qual convergiu quase tudo o que foi interessante e novo em São Paulo. Ou quase todos que, daquilo que viram e aprenderam por lá, sairiam fazendo coisas interessantes e novas nas décadas seguintes. O punkinho que andava no visual é Alex Atala. O radialista, Kid Vinil. O punk veterano, Clemente, dos Inocentes (a banda existe e continua tocando por aí). Grupos como Ira!, Mercenárias, Smack, Nau, Cabine C e <a href="http://www.violetadeoutono.com/" target="_blank">Violeta de Outono</a> passaram por lá. Alguns volta e meia se reúnem e são redescobertos todo dia pela molecada.</p>
<p>“Arte é datação, arte é datação.” Theo, o filho mais novo da família, insiste nessa ideia. Tem razão. Quase três décadas depois de sua inauguração, alguns anos após as mortes de Castilhão e Maria Helena, o Carbono 14 (nome do elemento químico cujo ritmo de dispersão serve para calcular a idade de qualquer material orgânico) ainda emana suas partículas no ambiente.</p>
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		<title>Produção: INSCRIÇÕES DIA 13/05 DAS 15 às 20:30 hs</title>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 13:05:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Caso não consigam comparecer nesta data e horário, para falar com o próprio professor, comparecer dias 14 (das 13 às 19 hs), ou dias 17, 18 e 19 das 13 às 19 hs, com o Alexandre.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caso não consigam comparecer nesta data e horário, para falar com o próprio professor, comparecer dias 14 (das 13 às 19 hs), ou dias 17, 18 e 19 das 13 às 19 hs, com o Alexandre.</p>
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		<title>Produção Musical &#8211; Inscrições presenciais 13 de maio das 15 às 20:30 hs</title>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 13:36:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Curso de Produção Musical com Software Livre &#8211; Quintas-feiras das 18:30 às 21 hs

Coordenação e aplicação: Saulo Wanderley
O curso se destina a quem quer aprender a trabalhar com gravações, sequenciamentos, mixagens e assuntos correlatos, usando apenas os softwares gratuitos disponíveis na Internet. Serão abordados alguns programas gratuitos que rodam em sistema operacional Windows e OS-X [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>Curso de Produção Musical com Software Livre &#8211; Quintas-feiras das 18:30 às 21 hs<br />
</strong></p>
<p align="center"><em>Coordenação e aplicação: Saulo Wanderley</em></p>
<p>O curso se destina a quem quer aprender a trabalhar com gravações, sequenciamentos, mixagens e assuntos correlatos, usando apenas os <strong><span style="text-decoration: underline;">softwares gratuitos disponíveis na Internet</span></strong>. Serão abordados alguns programas gratuitos que rodam em sistema operacional Windows e OS-X (Macintosh), mas a maioria dos programas <strong><span style="text-decoration: underline;">só rodam em sistema operacional Linux</span></strong>.</p>
<p>Para isso, os alunos deverão providenciar a instalação do sistema operacional dedicado ao áudio digital em ambiente GNU-Linux chamado <strong><em>UBUNTU STUDIO</em></strong>. Durante o decorrer do curso será exigido dos alunos trabalhos usando esta plataforma, e <strong><span style="text-decoration: underline;">não é possível apenas frequentar as aulas sem a instalação, que requer a partição do HD</span></strong> para o sistema Linux.</p>
<p>Serão dadas orientações nesse sentido, sendo que já existe nas <a href="http://www.ubuntudicas.com.br/blog/?p=2763">bancas de jornais uma publicação</a> (<strong><em>Ubuntu User</em></strong>, veja capa abaixo deste texto)) que ensina os principais procedimentos a serem realizados no ambiente do Ubuntu Studio. É altamente recomendável aos interessados o mínimo de conhecimento de informática para realizar a partição do HD, ou contar com a ajuda de quem possa realizá-la.</p>
<p>O curso tem a duração de 18 horas/aula assim distribuídas:</p>
<p><strong><em>Dias 4, 5 e 6 de maio (2 hs) – visita à exposição e convenção da Sociedade de Engenharia de Áudio – AES, para se inteirar dos lançamentos e desenvolvimento de Computer Music e Áudio Digital.</em></strong></p>
<p><strong><em>Dia 13 de maio (2 hs) – inscrição e avaliação presencial dos alunos na sede do CMIJ à Rua 13 de maio 363, mesmo para os já inscitos pela Internet.</em></strong></p>
<p><strong><em>Dias 20 e 27 de maio (4 hs)  –  gravação e sequenciamento de voz e instrumentos musicais em áudio digital e MIDI usando os programas Audacity, Ardour, e outros.</em></strong></p>
<p><strong><em>Dias 3 e 10 de junho (4 hs) – mixagem e gravações de áudio digital e MIDI usando o programa Ardour, Sonar 6.0 e outros.</em></strong></p>
<p><strong><em>Dias 17 e 24 de junho (4 hs)  – complementação dos trabalhos com programas de edição de partitura (Finale Notepad), plug-ins e finalização das mixagens.</em></strong></p>
<p><strong><em>Dia 1 de julho (2 hs) – Encerramento do curso com visita a um estúdio profissional, entrega de certificados e apresentação dos trabalhos na Internet.</em></strong></p>
<p>Durante o curso serão efetuados procedimentos online para a transmissão de áudio em rede, otimização de arquivos em .wav, .mid, .mp3 e outros formatos.</p>
<p>O curso é ministrado pelo músico e produtor musical <a href="http://www.pauta.mus.br/?page_id=285">Saulo Wanderley</a>, formado em Composição &amp; Regência pela Unicamp, consultor de áudio e computer music, membro da <a href="http://www.aesbrasil.org/portal/index.php?page_id=59">AES – Audio Engineering Society</a>, e colaborador do projeto <a href="http://www.computermusic.com.br/">Computador, Música e Sociedade – CMS, da Quanta Educacional</a>.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-446" href="http://www.dynamiteinfo.com.br/cmij.org.br/?attachment_id=446"><img class="alignnone size-medium wp-image-446" title="ubuntu_user" src="http://www.dynamiteinfo.com.br/cmij.org.br/wp-content/uploads/2010/05/ubuntu_user-215x300.jpg" alt="ubuntu_user" width="215" height="300" /></a></p>
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		<title>Sugestão de palestras para Produção Musical na AES</title>
		<link>http://www.dynamiteinfo.com.br/cmij.org.br/?p=444</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 12:11:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Home]]></category>

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		<description><![CDATA[Alinhamento e Equalização Eletro-Acústica para Sistemas de Áudio em Estúdios – Dia 4, das 13 às 15:30 hs
Esta palestra tem por objetivo orientar proprietários e profissionais de estúdios nos procedimentos eletro-acústicos de ajustes de sistemas de áudio stereo (com e sem subwoofer) e multi-canal (surround) com exemplos práticos realizados em estúdios profissionais no Brasil e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Alinhamento e Equalização Eletro-Acústica para Sistemas de Áudio em Estúdios – Dia 4, das 13 às 15:30 hs</h2>
<p>Esta palestra tem por objetivo orientar proprietários e profissionais de estúdios nos procedimentos eletro-acústicos de ajustes de sistemas de áudio stereo (com e sem subwoofer) e multi-canal (surround) com exemplos práticos realizados em estúdios profissionais no Brasil e no exterior. Apesar da ênfase em Salas Técnicas de estúdios, os assuntos a serem apresentados e demonstrados tem também direta aplicação para técnicos e engenheiros de PA.</p>
<p>TÓPICOS:<br />
• Dimensionamento arquitetônico e acústico de Técnicas com ênfase no controle da resposta de frequência e tempo para baixas frequências;<br />
• Dimensionamento/Escolha da Monitoração de Áudio para cada ambiente;<br />
• Salas de produção de áudio x Pós Produção – diferenças;<br />
• Posicionamento do sistema, com ênfase em subwoofers e de layout/mobiliário de equipamentos e demais elementos de uma sala técnica;<br />
• Simulações acústicas : Comparativo entre simulações e resultados práticos de medições acústicas; (case studies)<br />
• Ajustes eletrônicos e acústicos: quando e como usar cada um deles;<br />
• Exemplo prático – sistema surround 5.1 com dois ou mais subwoofers;<br />
• Ferramentas de softwares e hardwares utilizados no alinhamento de sistemas;</p>
<p>Palestrantes:</p>
<p>Renato Cipriano</p>
<p>Engenheiro Civil graduado pela FUMEC (Belo Horizonte) em 1994 é também Engenheiro de Gravação pela “Recording Workshop” (Ohio, EUA &#8211; 1992) e pela “Full Sail Center of Recording Arts” (Orlando, EUA &#8211; 1999). Possui grande experiência em planejamento e orçamento de obras, fruto do seu trabalho na construtora Andrade Gutierrez. No início de 2000, fundou a WSDG Brasil e é responsável pela supervisão acústico-arquitetônica dos projetos no país.</p>
<p>Sérgio Molho</p>
<p>Engenheiro Civil | Produtor Musical. Sócio fundador da WSDG na América Latina, Sergio Molho trabalha na indústria de áudio e vídeo desde 1982. Começou como engenheiro, compositor e produtor, sendo responsável por várias produções internacionais para Sony e Warner. Exímio tecladista e vocalista, foi líder da CASH, banda funk de sucesso na Argentina em 1980. Hoje, trabalha nas áreas de coordenação de projetos de áudio, vídeo, multimídia e DVD. É co-responsável pelos escritórios da WSDG Latin, Brasil, México e Ásia liderando os esforços em marketing do Grupo.</p>
<h2>Introdução ao MPEG Surround – Dia 4, das 16 às 18 hs</h2>
<p>Padrão da ISO, o MPEG Surround será apresentado como tecnologia de áudio, descrevendo áreas e segmentos de negócios onde pode ser aplicado da melhor forma (celulares, rádio digital, TV digital, TV móvel, Internet) e descritas tecnologias complementares (SX Pro, Journaline etc.)</p>
<p>Palestrante</p>
<p>Alfonso Carrera</p>
<p>Da empresa Fraunhofer Institute for Integrated Circuits IIS, Alemanha, Alfonso Carrera é Executive MBA. Representative of Audio &amp; Multimedia Dept., Fraunhofer Institute for Integrated Circuits IIS</p>
<h2>Separação de Fontes Sonoras – Dia 5, das 13 às 14:30 hs</h2>
<p>O problema da separação de diversos estímulos sonoros a partir de sua mistura é resolvido de forma muito eficaz pela percepção humana; entretanto, solucioná-lo computacionalmente ainda é um grande desafio. Fatores como o número de fontes sonoras, a presença de reverberação etc. são alguns dos aspectos a serem considerados por sistemas que pretendam realizar a separação automaticamente a partir de gravações. Nesta palestra, será caracterizado o problema da separação cega de fontes sonoras, e serão apresentados os princípios envolvidos em sua solução, o estado atual das pesquisas na área e o que há disponível comercialmente. A abordagem será simples e acessível, com inúmeros exemplos ilustrativos.</p>
<p>Palestrante</p>
<p>Luiz Wagner Pereira Biscainho</p>
<p>Da COPPE/UFRJ. Luiz Wagner Pereira Biscainho, DSc &#8211; professor da Poli &amp; COPPE, UFRJ</p>
<h2>Entendendo e Preservando o Impacto da Música – Dia 5, das 17 às 18:30 hs</h2>
<p>Cesar Lamschtein e Mauricio Gargel apresentarão esta palestra em que através de um enfoque baseado nos transientes como aspecto importante para perceber o impacto musical, analisarão a cadeia de gravacao e técnicas de gravação e mixagem.<br />
Ela abordará:<br />
- Definição e Importância dos Transientes para a música.<br />
- Análise comparativa com variados exemplos diferentes Microfones, Preamplificadores e Processadores e Filtros.</p>
<p>Palestrantes</p>
<p>César Lamschetein<br />
Da Kaps Audio Production Services.César Lamschtein nasceu e reside em Montevideo, Uruguay. Ele se formou em Audivisual Techniques no LISA, Angouleme, France (técnico superior audiovisual especialização em som).</p>
<p>Maurício Gargel</p>
<p>Engenheiro de Audio especializado em música, com vasta experiencia em gravações ao vivo de bandas, gravação e mixagem para CDs e DVDs. Trabalha também como técnico de PA; leciona e desenvolve material didático para cursos de áudio e pesquisa técnicas multi-canal para música em surround.</p>
<h2>Engenheiro de Áudio: formação acadêmica e mercado de trabalho. – Dia 6, das 13 às 14:30 hs</h2>
<p>Será posta em discussão a formação acadêmica desejável para que os novos Engenheiros – principalmente elétricos e eletrônicos – possam atender à demanda do mercado na área de áudio. A mesa redonda conta com participação de empresários e professores acadêmicos e discutirá: a representatividade da área, políticas nacionais de desenvolvimento e adequação das grades curriculares para formar legítimos engenheiros de áudio, abrindo então para questionamentos da audiência.</p>
<p>Palestrantes</p>
<p>Fábio Zacarias, empresário da FZ Áudio.</p>
<p>Flávio Cipparrone, professor no Depto. Sistemas Eletrônicos da Escola Politécnica da USP</p>
<p>Ricardo Staub, empresário da Gradiente.</p>
<p>Sérgio Pires, empresário da Bravox</p>
<h2>Som para Cinema – Dia 6, das 16 às 18 hs</h2>
<p>O painel falará sobre a preparação e finalização de som para cinema. Por tópicos serão abordadas as etapas de captação, mixagem e edição.</p>
<p>Palestrantes</p>
<p>José Luiz Sasso</p>
<p>Técnico de mixagem com conhecimento da engenharia de som para cinema e experiência desde os tempos do laboratório Álamo. A lista de longas mixados por ele começa comCostinha contra o King Mong (1977), de Alcino Diniz, e vai até filmes dos anos 2000, comoTolerância (2000), de Carlos Gerbase. São mais de 200 títulos, alguns marcando viradas tecnológicas, comoCorações a mil (1983), de Jom Tob Azulay, quando mixou o primeiro longa em dolby stereo no Brasil, pioneirismo que começou na década de 60, quando utilizava gravadores Nagra 4.2 no som direto.</p>
<p>Miriam Biderman</p>
<p>Editora de som nascida em São Paulo em 1962, é formada em cinema pela New York University. Começou a carreira ainda nos Estados Unidos, onde trabalhou como assistente de edição de som do filme A cor do dinheiro (1985), de Martin Scorsese, fez os ruídos de sala de O peso de um passado (1987), de Sidney Lumet, e de Short cuts &#8211; Cenas da vida (1993), de Robert Altman. Em 1988 voltou para o Brasil e no mesmo ano trabalhou em Festa, de Ugo Giorgetti, prêmio de som no Festival de Gramado.</p>
<p>Ricardo Reis<br />
Da Effects Filmes</p>
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		<title>Atenção alunos de violão: agora Orquestra de Violões no CMIJ</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 11:06:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Comecará em breve no CMIJ o projeto Orquestra de Violões. São objetivos do projeto:
Criar uma orquestra jovem que frutifique e permaneça em ações culturais.
Implantar um curso de violão amplo, com praticas, teoria e história da música.
Integrar social e culturalmente os participantes.
Apurar a qualidade musical dos participantes.
Desenvolver a disciplina interior e responsabilidade ante seus propósitos.
Fazer dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Comecará em breve no CMIJ o projeto Orquestra de Violões. São objetivos do projeto:</p>
<p>Criar uma orquestra jovem que frutifique e permaneça em ações culturais.</p>
<p>Implantar um curso de violão amplo, com praticas, teoria e história da música.</p>
<p>Integrar social e culturalmente os participantes.</p>
<p>Apurar a qualidade musical dos participantes.</p>
<p>Desenvolver a disciplina interior e responsabilidade ante seus propósitos.</p>
<p>Fazer dos seus elementos bons ouvintes para todos os gêneros musicais.</p>
<p>Proporcionar a prática de conjunto e incentivo à pesquisa e ao estudo.</p>
<p>Integrar social e culturalmente as pessoas.</p>
<p>Valorizar a criação de cada indivíduo, remetendo-o a um produto coletivo onde cada  aluno sente-se criador e colaborador da solução almejada, tornando assim, cada componente uma pessoa atuante dentro de um grupo, desenvolvendo sua disciplina e capacitando-o para o convívio democrático.</p>
<p>Comanda o projeto João Luiz Pereira dos Santos,  natural de São Paulo, iniciou os seus estudos musicais no centro de comunicação e artes Senac em 1998, sob a orientação do professor e maestro Claudio Weizmann, com quem continuou a estudar na Universidade Livre de Música (ULM).</p>
<p>Participou do 1º Festival de Inverno de Caieiras (2005), do Seminário de violão Vital Medeiros em Mogi das Cruzes (2007) e do Festival Leo Brouwer (2008), onde atuou como integrante do Ensemble de Violões, sob regência de Celso Delneri e orientação de Edelton Gloeden.</p>
<p>Participou também de masterclasses com os violonistas Everton Gloeden, Fabio Zanon e Nora Buschmann (Alemanha). Como integrante da Camerata de Violões Paulinho Nogueira, participou de mais de cem concertos, destacando-se Memorial da América Latina, Sala São Paulo, Teatro São Pedro, Teatro Arthur Rubisntein, Horto Florestal de Campos do Jordão, Anfiteatro da Universidade Federal de Goias, Sesc e Senac.</p>
<p>É bacharel em violão erudito pela Uni FIAM-FAAM sob orientação de Sidney Molina e atua como professor de violão, tendo lecionado em projetos sócio culturais, destacando-se o projeto Orquestras Cidades, na cidade de Barro Alto (GO) e o Projeto Guri (SP).</p>
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